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dc.creatorSARAN , BÁRBARA MARIA DA SILVA-
dc.date.accessioned2026-08-13T19:51:53Z-
dc.date.available2026-08-13T19:51:53Z-
dc.date.issued2026-06-
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/624-
dc.description.abstractSyphilis represents a persistent and growing challenge for the Brazilian public health system, showing indicators of re-emergence that demand critical analysis. This study aims to analyze the evolution of epidemiological indicators of syphilis in Brazil from 2015 to 2024, discussing the socio-structural and healthcare related factors that contribute to the persistence of the disease. Methodology: This is a quantitative, descriptive retrospective epidemiological study conducted using secondary data obtained from the Notifiable Diseases Information System (SINAN) via DATASUS. Results indicate a sharp increase in the detection rate of acquired syphilis, especially among the young population aged 20 to 39, of Black/Brown race/ethnicity, and with a high school education. It was observed that the COVID-19 pandemic caused a diagnostic impact between 2020 and 2022, resulting in a subsequent increase in cases reported in late stages. Regarding congenital syphilis, failures in prenatal care and difficulties in treating sexual partners remain the main obstacles to eliminating vertical transmission. In conclusion, strengthening the role of Nursing in Primary Care, combined with health education strategies and efforts to combat stigma, is essential for the effective control of the pathology nationwide.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário de Goiás – UNIGOIASpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectSÍFILISpt_BR
dc.subjectEPIDEMIOLOGIApt_BR
dc.titleA SÍFILIS COMO PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL: ANÁLISE DA TENDÊNCIA DE CRESCIMENTO NOS ÚLTIMOS ANOSpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1CASTRO, DANYELA XAVIER LACERDA JUBÉ-
dc.description.resumoA sífilis configura-se como um persistente e crescente desafio para o sistema de saúde pública brasileiro, apresentando indicadores de reemergência que demandam análise crítica. O presente trabalho tem como objetivo analisar a evolução dos indicadores epidemiológicos da sífilis no Brasil no período de 2015 a 2024, discutindo os fatores socioestruturais e assistenciais que contribuem para a permanência da doença. Metodologia: trata-se de um estudo epidemiológico, do tipo quantitativo e descritivo-retrospectivo, realizado a partir de dados secundários obtidos no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) via DATASUS. Resultados: indicam um crescimento acentuado na taxa de detecção de sífilis adquirida, especialmente na população jovem entre 20 e 39 anos, de raça/cor negra e com escolaridade média. Observou-se que a pandemia de COVID-19 gerou um impacto diagnóstico entre 2020 e 2022, resultando em um aumento subsequente de casos notificados em estágios tardios. No que tange à sífilis congênita, as falhas na assistência pré-natal e a dificuldade no tratamento das parcerias sexuais permanecem como os principais obstáculos para a eliminação da transmissão vertical. Conclui-se que o fortalecimento da atuação da Enfermagem na Atenção Primária, aliado a estratégias de educação em saúde e combate ao estigma, é fundamental para o controle efetivo da patologia no território nacional.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsCentro Universitário de Goiás – UNIGOIASpt_BR
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS DA SAÚDE - ENFERMAGEMpt_BR
dc.creator2LIMA, REGINA CÉLIA DOMINÊNCIO MENEZES CORREA-
Aparece nas coleções:Graduação em Enfermagem

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