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dc.creatorPINHEIRO, ENZA RAFAELA MORAIS-
dc.date.accessioned2026-08-17T22:26:55Z-
dc.date.available2026-08-17T22:26:55Z-
dc.date.issued2026-06-
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/685-
dc.description.abstractAging and the high prevalence of chronic multimorbidity have established the simultaneous use of multiple medications as a critical marker of vulnerability and risk in geriatrics. Given the rise in adverse events, prescribing cascades, and high healthcare costs associated with inappropriate medication use, this study aimed to analyze deprescribing strategies, discussing their applicability, standardization, and effectiveness in clinical practice. The research was conducted as an integrative literature review, methodologically designed using combined searches with standardized descriptors in the SciELO, PubMed, and Google Scholar databases. Seventeen articles published in Portuguese and English between 2020 and 2026 were selected and subjected to descriptive and thematic analysis. The results demonstrated that deprescribing-focused interventions significantly reduced pharmacotherapeutic complexity and exposure to potentially inappropriate medications. Furthermore, the positive impact on mortality reduction was most effective among older adults aged 65 to 79, showing no statistical significance in age groups of 80 years and older. The methodological efficacy of the medication discontinuation process required systematization through validated explicit criteria, such as the STOPP/START tools and Beers Criteria, combined with structured gradual tapering protocols. However, significant multifactorial barriers to implementing these practices in the Brazilian context were identified, including prescribing inertia, patient resistance to discontinuing medication, and systemic structural flaws in Primary Health Care. It is concluded that establishing deprescribing as a safe and sustainable routine requires the implementation of robust institutional policies. Interprofessional integration, with particular emphasis on the role of the clinical pharmacist within family health teams, stands out as an indispensable strategy for ensuring the rational use of medicines of elderly patients.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário de Goiás – UNIGOIASpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectDesprescriçãopt_BR
dc.subjectIdoso.pt_BR
dc.titleESTRATÉGIAS DE DESPRESCRIÇÃO PARA REDUÇÃO DOS RISCOS ASSOCIADOS À POLIFARMÁCIA EM IDOSOS COM MULTIMORBIDADESpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1CARVALHO , FLÁVIO SILVA DE-
dc.description.resumoO envelhecimento e a elevada prevalência de multimorbidades crônicas consolidaram o uso simultâneo de múltiplos fármacos como um marcador crítico de vulnerabilidade e risco em geriatria. Diante do aumento de eventos adversos, cascatas prescritivas e elevados custos assistenciais associados à inadequação medicamentosa, este estudo teve como objetivo analisar as estratégias de desprescrição, discutindo sua aplicabilidade, padronização e efetividade na prática clínica. A pesquisa caracterizou-se como uma revisão integrativa da literatura, delineada metodologicamente a partir de buscas combinadas por descritores padronizados nas bases de dados SciELO, PubMed e Google Acadêmico. Selecionaram-se 17 artigos publicados em português e inglês, entre os anos de 2020 e 2026, os quais foram submetidos a análise descritiva e temática. Os resultados demonstraram que as intervenções focadas na desprescrição reduziram significativamente a complexidade farmacoterapêutica e a exposição a medicamentos potencialmente inapropriados. Evidenciou-se, ainda, que o impacto positivo na redução da mortalidade ocorreu de forma mais efetiva em idosos com idades entre 65 e 79 anos, não apresentando significância estatística em faixas etárias iguais ou superiores a 80 anos. A eficácia metodológica do processo de interrupção medicamentosa demandou a sistematização por meio de critérios explícitos validados, a exemplo das ferramentas STOPP/START e Critérios de Beers, associados a protocolos estruturados de desmame gradual. Identificaram-se, contudo, expressivas barreiras multifatoriais à sua translação para o cenário brasileiro, como inércia prescritiva, resistência dos pacientes ao abandono do medicamento e falhas estruturais sistêmicas na Atenção Primária à Saúde. Conclui-se que a consolidação da desprescrição como rotina segura e sustentável exige a implementação de políticas institucionais robustas. A integração interprofissional, com evidente destaque para a atuação do farmacêutico clínico nas equipes de saúde da família figura como estratégia indispensável para assegurar o uso racional de medicamentos e a segurança do paciente idoso.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsCentro Universitário de Goiás – UNIGOIASpt_BR
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS DA SAÚDE - FARMÁCIApt_BR
dc.creator2GOMES, LUCIELLY CHRISTINE DE OLIVEIRA-
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