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http://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/779| Título: | O REAL QUE PERSISTE: FOTOGRAFIA TRADICIONAL COMO NARRATIVA AUTÊNTICA NA ERA DA IA |
| Primeiro Autor: | SILVA , THALEESA RODRIGUES |
| Segundo Autor: | PASSOS , THAMIRES VITOR |
| Terceiro Autor: | FERREIRA , HEMILLY SILVA |
| Primeiro Orientador: | Gomes , Giovanna Adriana Tavares |
| Resumo: | Apresenta-se um estudo sobre a relevância da fotografia tradicional frente à expansão das imagens geradas por inteligência artificial, situado no campo da comunicação visual e das transformações tecnológicas da imagem. Objetiva-se analisar os fatores que mantêm a fotografia de retratos, ensaios e eventos como recurso estético e narrativo autêntico, enfatizando marcas de presença, emoção e construção simbólica que a diferenciam da síntese algorítmica. Adota-se abordagem qualitativa e descritivo-exploratória, com levantamento bibliográfico e pesquisa empírica por meio de dois questionários on-line (Google Forms): um dirigido ao público geral no Brasil (n=36) e outro a fotógrafos atuantes, sobretudo, na Região Centro-Oeste (n=31). Procede-se a estatística descritiva das questões fechadas e análise temática das respostas abertas, com triangulação teórico-analítica a partir de Barthes, Sontag, Flusser, Benjamin, Manovich, Fontcuberta, Merleau-Ponty, Dubois e Azoulay. Entre o público, observa-se alto engajamento com conteúdos fotográficos nas redes (52,8% frequentemente; 44,4% às vezes) e ampla exposição a imagens de IA (97,2%), mas forte demanda por transparência de autoria/origem (80,6% consideram essencial). A preferência por ensaio com fotógrafo é unânime (100%), e os atributos mais valorizados em fotos reais são emoção (63,9%) e naturalidade das expressões (58,3%); a maioria entende que a IA não transmite emoção na mesma medida (55,6%) ou apenas parcialmente (38,9%). Quanto à perenidade do campo, 72,2% acreditam que a fotografia tradicional seguirá valorizada. Do lado profissional, predomina experiência consolidada (80,6% com ≥4 anos), com atuação majoritária em eventos sociais; a IA é utilizada de modo complementar (41,9% às vezes; 25,8% raramente) e a fotografia tradicional é tida como insubstituível por 71,0%. Os diferenciais da captura real concentram-se em “emoção e autenticidade” e no “registro de momentos reais” (ambos com 61,3%), além do olhar criativo e da interação com o cliente; apenas 16,1% temem substituição por IA. Conclui-se que a fotografia tradicional preserva valor estético, simbólico e cultural por ancorar-se em co-presença, direção e contrato relacional de responsabilidade, oferecendo “fidelidade experiencial” que a síntese técnica ainda não reproduz de modo equivalente. Os achados contribuem para a reflexão crítica em fotografia, publicidade e artes visuais, sustentando políticas de transparência autoral e práticas profissionais que integrem tecnologia sem abdicar da agência humana e da ética do encontro. |
| Palavras-chave: | retratos e eventos;Fotografia tradicional |
| CNPQ: | CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - RELAÇÕES PÚBLICAS E PROPAGANDA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS |
| Iniciais: | Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS |
| Palavras-chave: | retratos e eventos;Fotografia tradicional |
| Data do documento: | 2024 |
| URI: | http://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/779 |
| Aparece nas coleções: | Graduação em Publicidade e Propaganda |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| ESTUDO DE CASO - THALEESA - FINALIZADO_.pdf | 844,04 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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