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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSOUZA, DÁVILLA FURTADO-
dc.date.accessioned2026-08-28T20:20:26Z-
dc.date.available2026-08-28T20:20:26Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/787-
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário de Goiás – UNIGOIASpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectcomunicação e saúdept_BR
dc.subjectredes sociaispt_BR
dc.titleMARKETING DE WELLNESS E A COMERCIALIZAÇÃO DA LONGEVIDADE: UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS DIGITAIS EM CONTRASTE COM O ESTILO DE VIDA E A SIMPLICIDADE DAS BLUE ZONES.pt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1Gomes, Giovanna Adriana Tavares-
dc.description.resumoO estudo analisa criticamente o marketing de wellness em ambientes digitais, a ascensão de influenciadores e o contraste entre a promessa mercadológica de longevidade e as práticas simples associadas ao bem-estar observadas nas Blue Zones. Parte-se do entendimento de que a busca por saúde é progressivamente mercantilizada e performatizada nas redes sociais, com forte carga simbólica e apelo de status, deslocando a atenção de determinantes sociais do bem-estar para soluções individuais de prateleira. O objetivo principal consiste em avaliar como narrativas e estratégias digitais de wellness constroem e comercializam um ideal de longevidade e saúde, confrontando-o com evidências de rotinas acessíveis e comunitárias. Metodologicamente, adota-se abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, com estudo de caso e triangulação entre dados primários e secundários. Os dados empíricos são coletados por meio de um formulário eletrônico (n=64), aplicado a usuários de redes sociais que consomem conteúdos de saúde e estilo de vida; as fontes secundárias incluem bibliografia especializada e documentos de promoção da saúde. Os resultados mostram um público majoritariamente jovem, de renda limitada e alto engajamento em plataformas visuais (como Instagram e TikTok), indicando predisposição a formatos performativos e estéticos de comunicação. Evidencia-se percepção de wellness como bem de alto custo e gerador de pressão normativa, com indícios de health halos e medicalização do cotidiano, o que sugere baixa eficácia distributiva do modelo mercadológico. Em sentido oposto, as Blue Zones e as percepções captadas apontam longevidade associada a hábitos simples, vínculos comunitários, propósito e descanso, independentemente de dispêndios elevados. Conclui-se haver dissonância estrutural entre o wellness encenado como status caro e o wellbeing ancorado em práticas acessíveis e no contexto social. Do ponto de vista prático, recomenda se reformulação ética das narrativas de wellness (acessibilidade, transparência de promessas, foco em evidências e impacto real), reancoragem das ações de promoção da saúde em determinantes sociais e letramento midiático para redução de vieses cognitivos. Como agenda futura, sugerem-se investigações sobre efeitos do sentimento de pressão e inadequação na saúde mental de jovens, bem como estudos de efetividade comunicacional baseados em mensagens de simplicidade e comunidade.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsCentro Universitário de Goiás – UNIGOIASpt_BR
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - RELAÇÕES PÚBLICAS E PROPAGANDApt_BR
dc.creator2ALVES, JOÃO VICTOR FLORES-
dc.creator3NOGUEIRA, THALYS HENRIQUE VINHANDELLI-
Aparece nas coleções:Graduação em Publicidade e Propaganda

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