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http://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/787| Título: | MARKETING DE WELLNESS E A COMERCIALIZAÇÃO DA LONGEVIDADE: UMA ANÁLISE DAS ESTRATÉGIAS DIGITAIS EM CONTRASTE COM O ESTILO DE VIDA E A SIMPLICIDADE DAS BLUE ZONES. |
| Primeiro Autor: | SOUZA, DÁVILLA FURTADO |
| Segundo Autor: | ALVES, JOÃO VICTOR FLORES |
| Terceiro Autor: | NOGUEIRA, THALYS HENRIQUE VINHANDELLI |
| Primeiro Orientador: | Gomes, Giovanna Adriana Tavares |
| Resumo: | O estudo analisa criticamente o marketing de wellness em ambientes digitais, a ascensão de influenciadores e o contraste entre a promessa mercadológica de longevidade e as práticas simples associadas ao bem-estar observadas nas Blue Zones. Parte-se do entendimento de que a busca por saúde é progressivamente mercantilizada e performatizada nas redes sociais, com forte carga simbólica e apelo de status, deslocando a atenção de determinantes sociais do bem-estar para soluções individuais de prateleira. O objetivo principal consiste em avaliar como narrativas e estratégias digitais de wellness constroem e comercializam um ideal de longevidade e saúde, confrontando-o com evidências de rotinas acessíveis e comunitárias. Metodologicamente, adota-se abordagem qualitativa, exploratória e descritiva, com estudo de caso e triangulação entre dados primários e secundários. Os dados empíricos são coletados por meio de um formulário eletrônico (n=64), aplicado a usuários de redes sociais que consomem conteúdos de saúde e estilo de vida; as fontes secundárias incluem bibliografia especializada e documentos de promoção da saúde. Os resultados mostram um público majoritariamente jovem, de renda limitada e alto engajamento em plataformas visuais (como Instagram e TikTok), indicando predisposição a formatos performativos e estéticos de comunicação. Evidencia-se percepção de wellness como bem de alto custo e gerador de pressão normativa, com indícios de health halos e medicalização do cotidiano, o que sugere baixa eficácia distributiva do modelo mercadológico. Em sentido oposto, as Blue Zones e as percepções captadas apontam longevidade associada a hábitos simples, vínculos comunitários, propósito e descanso, independentemente de dispêndios elevados. Conclui-se haver dissonância estrutural entre o wellness encenado como status caro e o wellbeing ancorado em práticas acessíveis e no contexto social. Do ponto de vista prático, recomenda se reformulação ética das narrativas de wellness (acessibilidade, transparência de promessas, foco em evidências e impacto real), reancoragem das ações de promoção da saúde em determinantes sociais e letramento midiático para redução de vieses cognitivos. Como agenda futura, sugerem-se investigações sobre efeitos do sentimento de pressão e inadequação na saúde mental de jovens, bem como estudos de efetividade comunicacional baseados em mensagens de simplicidade e comunidade. |
| Palavras-chave: | comunicação e saúde;redes sociais |
| CNPQ: | CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS - RELAÇÕES PÚBLICAS E PROPAGANDA |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS |
| Iniciais: | Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS |
| Palavras-chave: | comunicação e saúde;redes sociais |
| Data do documento: | 2025 |
| URI: | http://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/787 |
| Aparece nas coleções: | Graduação em Publicidade e Propaganda |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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| ESTUDO DE CASO - DÁVILLA - FINALIZADO_.pdf | 952,63 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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