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Título: USO DE ANEL CONSTRITOR AMERÓIDE PARA CORREÇÃO DE UM SHUNT PORTOSSISTÊMICO CONGÊNITO EXTRA-HEPÁTICO PORTO ÁZIGOS: RELATO DE CASO
Primeiro Autor: Costa , Luís Alfredo Pinheiro da
Segundo Autor: Godoy , Luciano Dolzany de
Terceiro Autor: Borges , Jéssica Stephany Moreira
Primeiro Orientador: Mendes, Andresa de Cássia Martini
Resumo: Os shunts portossistêmicos congênitos extra-hepáticos são anomalias vasculares que desviam o sangue da veia porta diretamente para a circulação sistêmica, comprometendo a função hepática. Essa condição resulta na falha do fígado em metabolizar toxinas como a amônia, o que pode desencadear encefalopatia hepática, especialmente em cães de raças pequenas. Este estudo teve como objetivo relatar um caso clínico de shunt portossistêmico congênito extra-hepático do tipo porto ázigos em um cão, abordando o diagnóstico e a correção cirúrgica com a utilização de anel constritor ameróide. Trata-se de um cão macho, sem raça definida, de sete meses de idade, que apresentava sinais neurológicos compatíveis com encefalopatia hepática. Foram realizados exames complementares de imagem e laboratoriais que puderam reportar o diagnóstico de shunt porto ázigos único. O animal foi submetido à estabilização clínica e, posteriormente, à cirurgia para implantação de anel ameróide no vaso anômalo, promovendo a oclusão gradual do desvio. O pós-operatório incluiu suporte nutricional, hepatoprotetores, dieta hepática, monitoramento laboratorial e por imagem. Os resultados foram satisfatórios, com melhora clínica progressiva. Conclui-se que o uso do anel constritor ameróide é uma alternativa segura e eficaz para o tratamento definitivo de shunts portossistêmicos congênitos extra-hepáticos, promovendo a restauração funcional do fígado e melhora do quadro neurológico. O diagnóstico precoce, aliado a uma abordagem multidisciplinar, é essencial para o sucesso terapêutico e prognóstico favorável.
Resumo: Congenital extrahepatic portosystemic shunts are vascular anomalies that divert blood from the portal vein directly into the systemic circulation, compromising liver function. This condition results in the liver's failure to metabolize toxins such as ammonia, which can trigger hepatic encephalopathy, especially in small breed dogs. The aim of this study was to report a clinical case of a congenital extrahepatic portosystemic shunt in a dog, looking at the diagnosis and surgical correction using an ameroid constrictor ring. This was a seven-month old male dog of no defined breed, who presented with neurological signs compatible with hepatic encephalopathy. Complementary imaging and laboratory tests were carried out, which led to the diagnosis of a single portoazygos shunt. The animal underwent clinical stabilization and then surgery to implant an ameroid ring in the anomalous vessel, promoting gradual occlusion of the shunt. The post-operative period included nutritional support, hepatoprotectants, a liver diet and laboratory and imaging monitoring. The results were satisfactory, with progressive clinical improvement. It is concluded that the use of the ameroid constrictor ring is a safe and effective alternative for the definitive treatment of extrahepatic congenital portosystemic shunts, promoting functional restoration of the liver and improvement of the neurological condition. Early diagnosis, combined with a multidisciplinary approach, is essential for therapeutic success and a favorable prognosis.
Palavras-chave: Anomalia vascular congênita;encefalopatia hepática e lactulona
CNPQ: CIÊNCIAS AGRÁRIAS - MEDICINA VETERINÁRIA
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS
Iniciais: Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS
Palavras-chave: Anomalia vascular congênita;encefalopatia hepática e lactulona
Data do documento: Abr-2025
URI: http://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/910
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