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Título: ABORDAGEM TERAPÊUTICA DE DESVIO PORTOSSISTÊMICO EXTRA HEPÁTICO CONGÊNITO EM CÃO: RELATO DE CASO
Primeiro Autor: Silva, Elígia Moura e
Segundo Autor: Lagares, Karinny da Silva
Terceiro Autor: Maia, Luana Santana
Primeiro Orientador: Ferreira, Kamilla Dias
Resumo: Este relato tem como objetivo descrever o tratamento de desvio portossistêmico extra-hepático congênito em um paciente canino da raça Shih Tzu, de 6 meses de idade, macho, não castrado, com peso de 4,5 kg. Essa condição é uma anomalia vascular caracterizada por uma comunicação anômala entre o sistema venoso portal e a circulação sistêmica, que resulta no desvio do fluxo sanguíneo hepático. O desvio portossistêmico pode manifestar sinais clínicos neurológicos, como letargia, ataxia, comportamento compulsivo, head pressing e convulsões, além de sinais clínicos gastrointestinais, como diarréia e vômito, e alterações urinárias, como poliúria, hematúria e presença de cristais de urato de amônia na urina. O diagnóstico dessa afecção requer exames laboratoriais e de imagem, sendo a tomografia computadorizada um método eficaz. O tratamento pode ser clínico e/ou cirúrgico. A conduta clínica destaca o uso de dieta de suporte hepático e administração de lactulose, que acelera a eliminação fecal e reduz a absorção de toxinas. A conduta cirúrgica é considerada a abordagem definitiva para a correção do vaso anômalo. Neste relato, o diagnóstico foi realizado através da tomografia computadorizada. Após isso, iniciou-se o tratamento clínico para estabilização do quadro, seguido de intervenção cirúrgica com o uso de anel atribuída à oclusão do vaso anômalo. Este presente trabalho destaca a importância do tratamento clínico para estabilização do paciente antes de realizar o procedimento cirúrgico.
Resumo: This report aims to describe the treatment of congenital extrahepatic portosystemic shunt in a 6 month old, unneutered male Shih Tzu dog weighing 4.5 kg. This condition is a vascular anomaly characterized by an anomalous communication between the portal venous system and the systemic circulation, resulting in the diversion of hepatic blood flow. Portosystemic shunt may manifest neurological clinical signs such as lethargy, ataxia, compulsive behavior, head pressing, and seizures, in addition to gastrointestinal clinical signs such as diarrhea and vomiting, and urinary alterations such as polyuria, hematuria, and the presence of ammonium urate crystals in the urine. The diagnosis of this condition requires laboratory and imaging tests, with computed tomography being an effective method. Treatment may be clinical and/or surgical. Clinical management highlights the use of a liver support diet and administration of lactulose, which accelerates fecal elimination and reduces the absorption of toxins. Surgical conduct is considered the definitive approach for correction of the anomalous vessel. In this report, the diagnosis was made through computed tomography. After this, clinical treatment was initiated to stabilize the condition, followed by surgical intervention using an ameroid ring, which three months after the procedure, a significant improvement was observed, attributed to the occlusion of the anomalous vessel. This present study highlights the importance of clinical treatment to stabilize the patient before performing the surgical procedure.
Palavras-chave: Encefalopatia Hepática;Anel Ameróide
CNPQ: CIÊNCIAS AGRÁRIAS - MEDICINA VETERINÁRIA
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS
Iniciais: Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS
Palavras-chave: Encefalopatia Hepática;Anel Ameróide
URI: http://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/877
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