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http://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/889Registro completo de metadados
| Campo DC | Valor | Idioma |
|---|---|---|
| dc.creator | DUARTE, BRUNA ALVES MARANHÃO | - |
| dc.date.accessioned | 2026-09-11T18:48:57Z | - |
| dc.date.available | 2026-09-11T18:48:57Z | - |
| dc.date.issued | 2025-12 | - |
| dc.identifier.uri | http://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/889 | - |
| dc.description.abstract | Transfusion therapy is essential for stabilizing felines suffering from severe anemia or hypovolemic shock. However, the complexity and logistical scarcity of feline blood banks often render allotransfusion unviable in emergency scenarios. In this context, xenotransfusion (the transfer of canine blood to felines) emerges as a last resort intervention, despite the inherent immunological risks. This study aimed to analyze the main scientific findings regarding the indications, benefits, harms, and technical criteria for the safe application of xenotransfusion in cats. The methodology was based on a narrative bibliographic review, utilizing the PubMed, SciELO, and Google Scholar databases, with pertinent keywords. Articles published between 2012 and 2025 were selected, excluding theses and monographs to maintain the focus on scientific journals. The theoretical approachdemonstrated that xenotransfusion is justified by its immediate clinical efficacy (rapid hematocrit elevation), ease of execution, and low incidence of immediate reactions, due to the absence of the feline's natural antibodies against canine red blood cells in the first transfusion. In contrast, the results indicated that the benefit is ephemeral, limited by the short lifespan of canine red blood cells (2 to 7 days) and predictable delayed hemolysis. The most critical risk is immunological sensitization, which strictly contraindicates the repetition of the procedure, under risk of fatal anaphylaxis. Donor blood typing and prior crossmatch are crucial for initial safety. It was concluded that canine-feline xenotransfusion is not a routine alternative, but a temporary and punctual support measure, which must be employed with technical and ethical rigor to stabilize the patient until definitive treatment or compatible allogeneic blood is obtained. | pt_BR |
| dc.language | por | pt_BR |
| dc.publisher | Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS | pt_BR |
| dc.rights | Acesso Aberto | pt_BR |
| dc.subject | Hemoterapia veterinária | pt_BR |
| dc.subject | Transfusão sanguínea | pt_BR |
| dc.title | XENOTRANSFUSÃO DE SANGUE CANINO PARA GATOS: UMA ALTERNATIVA NA EMERGÊNCIA | pt_BR |
| dc.type | Trabalho de Conclusão de Curso | pt_BR |
| dc.contributor.advisor1 | PIVETA , LIDIANA CÂNDIDA | - |
| dc.description.resumo | A terapia transfusional é essencial para a estabilização de felinos em quadros de anemia severa ou choque hipovolêmico. Contudo, a complexidade e a escassez logística de bancos de sangue felino tornam a alotransfusão muitas vezes inviável em cenários emergenciais. Nesse contexto, a xenotransfusão (transferência de sangue canino para felino) emerge como uma intervenção de último recurso, apesar dos riscos imunológicos inerentes. O presente estudo objetivou analisar os principais achados científicos sobre as indicações, benefícios, malefícios e os critérios técnicos para a aplicação segura da xenotransfusão em gatos. A metodologia baseou-se em uma revisão bibliográfica de caráter narrativo, utilizando as bases de dados PubMed, SciELO e Google Acadêmico, com palavras-chave pertinentes ao tema. Foram selecionados artigos publicados entre 2012 e 2025, excluindo-se teses e monografias para manter o foco em periódicos científicos. A abordagem teórica demonstrou que a xenotransfusão é justificada pela eficácia clínica imediata (rápida elevação do hematócrito), facilidade de execução e baixa incidência de reações imediatas, devido à ausência de anticorpos naturais do felino contra hemácias caninas na primeira transfusão. Em contraste, os resultados evidenciaram que o benefício é efêmero, limitado pela curta sobrevida das hemácias caninas (2 a 7 dias) e pela hemólise tardia previsível. O risco mais crítico é a sensibilização imunológica, que contraindica terminantemente a repetição do procedimento, sob risco de anafilaxia fatal. A tipagem sanguínea do doador e o crossmatch prévio são cruciais para a segurança inicial. Concluiu-se que a xenotransfusão canino-felina não é uma alternativa de rotina, mas sim uma medida de suporte temporário e pontual, que deve ser empregada com rigor técnico e ético para estabilizar o paciente até que o tratamento definitivo ou o sangue alogênico compatível seja obtido. | pt_BR |
| dc.publisher.country | Brasil | pt_BR |
| dc.publisher.initials | Centro Universitário de Goiás – UNIGOIAS | pt_BR |
| dc.subject.cnpq | CIÊNCIAS AGRÁRIAS - MEDICINA VETERINÁRIA | pt_BR |
| dc.creator2 | SILVA, DANIELA BARBOSA E | - |
| dc.creator3 | SANTOS , PEDRO HENRIQUE COSTA | - |
| Aparece nas coleções: | Graduação em Medicina Veterinária | |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
|---|---|---|---|---|
| anexo2-xenotransfusao.pdf | 443,59 kB | Adobe PDF | Visualizar/Abrir |
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