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dc.creatorCARLOTTO, CINELY DE OLIVEIRA-
dc.date.accessioned2026-09-11T19:10:43Z-
dc.date.available2026-09-11T19:10:43Z-
dc.date.issued2025-12-
dc.identifier.urihttp://localhost:8080/xmlui/handle/123456789/893-
dc.description.abstractGingivostomatitis is a multifactorial disease affecting the cats’ oral cavity, characterized by severe inflammation resulting from an exaggerated immune response. Diagnosis and treatment for complete cure are challenging, as they grounded on a combination of observation of clinical signs, complementary examinations, and the gradual exclusion of other clinical conditions presenting similar symptoms. The objective of this study was to conduct a literature review of articles on this topic published in the last five years, found in the Scielo, Google Scholar and Pubmed databases. The articles consulted showed that the diagnosis of gingivostomatitis is challenging and requires an individual approach for a multifactorial evaluation. There is a significant statistical correlation between the presence of tongue lesions. Caudal lesions, which are more severe because they are more proliferative and affect a larger area of the oral cavity. Swabs or bacterial plaque from different regions of the mucosa can detect the presence of the bacterium Flexilinea flocculi, a reduction in commensal microbiota, or the presence of Fretibacterium sp. and Peptostreptococcus bacteria, as well as the fungi Malassezia restricta and Cladosporium. The challenge is finding a laboratory specialized in these species, the culture time can be very long and performing PCR requires registration of this species in the genomic database. Molecular diagnosis of mucosal transcriptome demonstrated that enzymes caspase 4 (CASP4), matrix metalloproteinase-8 (MMP8), and prostaglandin-endoperoxide synthase 2 (PTGS2) are predictive biomarkers of a favorable prognosis for tooth extraction. The ELISA test for identifying the endothelin-1 (ET-1) biomarker is associated with viral gingivostomatitis. The gold standard treatment is total or partial tooth extraction. For refractory patients, there are therapies still under study such as Cyclosporine, Recombinant feline interferon-omega (rFeIFN-ω), autologous and allogeneic Mesenchymal stem cells (MSCs), and Cannabidiol. Diagnosis and treatment are still time consuming and expensive, making it a challenging disease for veterinarians, patients and owners.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCentro Universitário de Goiás – UNIGOIASpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectAfecção bucalpt_BR
dc.subjectImunomediadapt_BR
dc.titleASPECTOS CLÍNICOS, LABORATORIAIS E TRATAMENTO DA GENGIVOESTOMATITE EM GATOSpt_BR
dc.typeTrabalho de Conclusão de Cursopt_BR
dc.contributor.advisor1SANTOS , JANDRA PACHECO DOS-
dc.description.resumoGengivoestomatite é uma doença multifatorial que afeta a cavidade bucal dos gatos e se caracteriza por grave inflamação resultante de resposta imunológica exagerada. O diagnóstico e o tratamento para cura total se tornam desafiadores, já que são embasados na junção da observação dos sinais clínicos, exames complementares e exclusão gradativa de outras condições clínicas que apresentem sinais clínicos semelhantes. O objetivo desse trabalho foi realizar levantamento bibliográfico de artigos sobre esse tema publicados nos últimos cinco anos, encontrados nas bases de dados do Scielo, Google Acadêmico e Pubmed. Os artigos consultados mostraram que o diagnóstico da gengivoestomatite é desafiador e requer abordagem individual para uma avaliação multifatorial. Há correlação estatística significativa para presença de lesão de língua. Lesões caudais têm maior gravidade por serem mais proliferativas e afetarem área maior da cavidade bucal. O swab ou placa bacteriana de diferentes regiões da mucosa pode detectar presença da bactéria Flexilinea flocculi, redução da microbiota comensal ou presença das bactérias Fretibacterium sp e Peptostreptococcus, bem como fungo Malassezia restricta e Cladosporium. O desafio é encontrar laboratório especializado nestas espécies, o tempo de cultivo pode ser muito longo e a realização da PCR exige registro desta espécie no banco genômico de dados. O diagnóstico molecular de transcriptoma de mucosa demonstrou que enzimas caspase 4 (CASP4), metaloproteinase de matriz-8 (MMP8) e prostaglandina-endoperóxido sintase 2 (PTGS2) são biomarcadores preditivos de prognóstico favorável à extração dentária. Já o teste ELISA para identificação de biomarcador endotelina-1 (ET-1) é associado a gengivoestomatite viral. O tratamento de eleição é extração dentaria total ou parcial. Para pacientes refratários existem terapêuticas ainda em estudo como Interferon-ômega felino recombinante (rFeIFN-ω), Células-tronco mesenquimais (MSCs) autólogas e alogênicas e Canabidiol. O diagnóstico e tratamento ainda são demorados e dispendiosos, sendo uma doença desafiadora para médicos veterinários, pacientes e tutores.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.initialsCentro Universitário de Goiás – UNIGOIASpt_BR
dc.subject.cnpqCIÊNCIAS AGRÁRIAS - MEDICINA VETERINÁRIApt_BR
dc.creator2FIGUEREDO, LESSANDRA MAIONE-
dc.creator3OLIVEIRA , TATIANE PAULA DOS SANTOS REZENDE DE-
Aparece nas coleções:Graduação em Medicina Veterinária

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